terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Análises... a isto tudo.

Preocupação de mãe, que ouve a filha a queixar-se com dores de barriga quase todas as manhãs.

Temos de ver o que é isso.

Na consulta de pediatria pergunto se é normal estas dores que depois desaparecem, mas voltam todos os dias.
O Pediatra aconselhou a fazer análise de despistagem: análise ao hidrogénio expirado.

(ihhhh que nome)

Marcada a análise para hoje, 16 Fevereiro.

Foi uma análise de processo algo moroso, começando às 8.45h com, a menina a beber um copo de leite especial e depois fazer medições de meia em meia hora, até às 12.30h.

Ora, o pai da criança tinha sido informado a 7 Janeiro (mais de um mês antes) que havia esta análise.

Compareceu..... muito bem, palminhas.

Fez questão de entrar no consultório. Acompanhar a ingestão do líquido.

Esperar.

Meia-hora.

Ir fazer medição.

Esperar.

Apesar de haver lugar vago ao lado da filha, senta-se num lugar mais afastado.

Fazer medição.

À terceira vez a menina já ia sozinha bater à porta e dizer que estava na hora. Está uma crescida.

Voltava depois para o lugar dela.

Já são 10.20h. A menina informa que o pai foi comer qualquer coisa.

Continuamos a sequência anterior de espera - mede - espera - mede.

Até às 12.30, hora da última medição, o pai não regressa, e é quando a menina diz que o pai, já não voltava pois tinha de "ir a uma reunião".

Ir a uma reunião? - pergunto!!

Avisado com mais de um mês de antecedência, nem perguntou o porquê da necessidade de se fazerem estas análises (visto também ter faltado à consulta de pediatria).
Nota-se um desinteresse completo, e ainda deixa a filha a meio do procedimento médico para ir a uma reunião??

Mais importante... pergunto!

Para todos os assuntos laborais e outros, existe uma declaração médica de presença para entregar à entidade, para justificar uma falta. Certo?

Será mais difícil dizer, cansei-me de esperar! - Quem diz a verdade não merece castigo.

A minha filha tem muita sorte em ter sempre alguém disponível para a acompanhar, mas ela tem o direito de ser acompanhada, e nós, pais, temos o dever de a acompanhar.

Mais ninguém tem esse dever senão os pais.



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